
what moves. what survives.
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é o que temos em estocolmo…
A ideia de Petter Johansson é transformar comida em arte visual (já que gastronomia sempre foi arte, certo?). [via]
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lost in USA
O garotão XXYYXX acaba de encerrar essa tour pelos EUA. Os sets já pipocavam aqui e ali, mas agora a coisa ficou séria. Você pode ouvir o set de uma hora que ele mandou no bombado Boiler Room em LA. Ou ver: E ainda vale a pena você perder mais um tempo sacando o canal do…
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é o que temos no Irã…
Trabalho de Icy & Sot. Sortudo Luke, não?! [via]
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é o que temos na Armênia…
O trabalho de Ernest Zacharevic.
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Cooking Up Something Good
Fim de verão feio por aqui. Esquenta com essa levada tropical-canadense-brega do Mac DeMarco em uma apresentação na Pitchfork. São 40 minutos da sua vida, nem vai doer…
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“wild bee”
A tão esperada estreia do Wild Belle, com o álbum Isles, ficou lindona. Vou repetir isso o ano todo… A banda é tipo um “Kid Abelha legal”, com uma vocalista loira, um cara com um sax e influência sonora caribenha. Só que as suas músicas são boas e tudo funciona muito bem…
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melô do marinheiro
O bigode do Leminski continua funcionando como as barbas de Netuno; na pior das tempestades, é a única alternativa dos marinheiros. Ainda bem que era grandão. (peguei essa imagem no blog da marina)
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Sincero
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saudades do toro y moi?
“Fulano de tal não para”. Adoro esse cliche! Tipo o perfil de Chaz Bundick, grande cabeça do Toro y Moi. Ontem saíram duas faixas novas de um de um projeto paralelo, o Les Sins. Com a mesma fina camada empoeirada de verniz vintage, repetições e danças. Está sendo uma boa sexta-feira. E esse showzin no…
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open eyes
O Stereogum lançou ontem esse single “mutante” da banda Quilt. Uma nova digestão psicodélica que aponta por ai…