fundo do poço. só que não

“Eu sou triste porque ouço música pop ou ouço música pop porque sou triste?”. Orra, Nick… sempre deixa a gente com a pulga atrás da orelha.

Só que o mesmo fone de ouvido que machuca, alivia. Essa música pop aí tem o mesmo efeito de uma tatuagem. Você esquece dela, mostra para todos, gosta, não gosta, cuida, odeia… mas sempre volta. Para isso temos Bidê ou Balde e a salvação de qualquer momento melancólico. Eu olho pro Gerson e não lembro de nada… nem visualizo nenhuma Melissa ou uso o Microondas para esquentar alguma coisa. Bidê ou Balde surge no shuffle como um copo de coca-cola na madrugada bêbada… ampara, cuida e leva para festar.

A pergunta que você não deve fazer agora é a seguinte: “esse cara escreveu isso só para falar de Bidê ou Balde? Mesmo?”. Não. Escrevi para homenagear a rehab de Rob Fleming/Gordon, as loucas farras dos gaúchos e da música pop que ainda não conhecemos – ou esquecemos. Para celebrar e também brindar as futuras bandas que ficarão pelo caminho.

Só não venha falar comigo se você for fã da Bidê. Minha tatuagem.

(claro… se você for a backing vocal da Bidê, a história muda…)

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