A graça de poder viver o fim de uma temporada (sem graça) de uma série (fodona) e escrever sobre ela. Ter o mínimo de argumento e criação em cima da obra e devaneio que o querido R.R. Martin teve em cima de outra história contada. Entrar no bolo de novas obras e referências que surgem inspiradas pelo que está sendo vivido. Bom poder reconhecer nosso papel como anônimo no meio desse turbilhão de informação gerada pelo tal Game Of Thrones. Vem um texto novo aí…
… E que venha o último episódio, certo?


Deixe uma resposta