todo dia é dia de sade

O post surgiu na timeline e parecia mais uma ação especial dos caras do East River Tattoo no Brooklyn. Só que logo na sequência veio uma print de um artigo do The New York Times com o título “Sade’s quiet storm of cool” – um sacado jogo de palavras com a letra de The Sweetest Taboo. O texto dizia que um cliente mané do estúdio escreveu uma resenha ruim no Yelp reclamando que eles estavam ouvindo Sade no local. Segundo seu comentário, Sade é “música de sala de espera de cirurgiões plástico”. A resposta dos tatuadores não poderia ter sido melhor:

O NYT usou essa passagem como gancho para discutir a importância silenciosa da cantora/banda Sade. O artigo é delicioso (vai o link novamente)  e aborda toda influência seletiva deles no mundo da música, moda e comportamento. Impressiona como a grande maioria realmente compactua com o pensamento do mané do Yelp, ignorando que essa mistura sexy de jazz, soul e ritmos caribenhos não poderia estar encontrando um lugar melhor na história. Além de Kanye e a turma do hip hop, nomes de outros rolês como Poolside e Star Slinger são exemplos de outras esferas da música dançandinho o mesmo ritmo. Embalados nas mesmas histórias. Com uma memória afetiva em comum.

Uma banda que está sempre presente e é inatingível.

E essa entidade chamada Sade Adu continua um poço de mistérios para todos nós.

(Mesmo pegando o Drake, né)

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