picasso baby

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E o Jay Z usou a performance de Marina Abramovic para lançar um art-film-video-clip-viral da faixa Picasso Baby, que faz parte do terremoto Magna Carta… Holy Grail, seu mais recente trabalho. Discaço.

A experiência do rap foi colocada no museu, com rimas gritadas, sem microfones e focos individuais. O cara é bom e sabe o que está fazendo, veja ai:

Participações da própria Marina Abramovic, além de Jim Jarmusch, Alan Cumming, Fab Five Freddy, e grande elenco, que ficou mais de seis horas agitando na gravação/performance/instalação.

Disclosure – You & Me (part. Eliza Doolittle)

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Saiu o vídeo do novo single do Disclosure, a faixa You & Me, que resgata Eliza Doolittle de algum limbo soul-pop-teen perdido no hemisfério norte. A música é bem boa. O ano de 2013 segue tranquilo para os irmãos Guy e Howard Lawrence… emplacaram três grandes hits (aproveitaram o embalo de Latch do ano passado, lançaram o White Noise e agora o You & Me) e se preparam para lançar o primeiro disco. (Precisa?)

Ta aí o vídeo:

E essa participação do freerunner e figurinha do parkour Tim Shieff? Coisa bem diferente do que ele vem armando com os amigos por ai…

mixtape

Calma, as Marmitas não acabaram. Descobri as maravilhas do 8tracks e subi essa semana a primeira mixtape na conta.

A mix é uma ideia geral de como será o warm up que vou fazer amanhã na INMWT de abril.

[8tracks width=”400″ height=”400″ playops=”” url=”http://8tracks.com/mixes/1658535″%5D

Tem o XXYYXX, Bear Face, Dream Panther, Wild Belle remixado pelo Dave Sitek (TVOTR), Lion Babe remixado pelo Star Slinger, Sade x Poolside, Onuinu, Les Sins (Toro y Moi), Wild Cub e FloFliz. Só nomes amigos da vizinhança do Grande.

Ta fina e arrastada… Curti a brincadeira.



	

“esses patifes”

ruspo

A melhor parte de viver o tempo que vivemos agora (isso, agora… enquanto você lê isso aqui) é a de que não somos cobrados por absolutamente nada. A história não espera nossas páginas, não precisamos seguir uma linha política, uma religião, uma orientação sexual, um time de futebol, um estilo musical, uma marca de papel higiênico, um esporte… nada. É uma situação confortável pacas, que causa inveja tanto em gerações passadas quanto, muito provavelmente, em nossos filhos e netos. Só precisamos viver. A liberdade dessa situação pode surgir com coisas bem estranhas e caminhos bizarros, mas que funcionam como um grande laboratório para construirmos nossa história do jeito que calha. Assim, livre.

Ainda estamos digerindo um século de evolução, relaxa ai que temos uma vida pela frente.

Aí, surge uma dessas digestões. Alguém que conseguiu captar pontos certeiros no meio desses experimentos e criou uma das melhores brisas que passaram por esses fones de ouvido nos últimos tempos. Há quarenta minutos eu não fazia a menor ideia de quem era o produtor e compositor Ruy Sposati, conhecido como Ruspo… e agora estou ouvindo um dos melhores discos do ano. Honesto e simples. Para nosso tempo.

(pra variar, é achado do Palugan)